25 de fev. de 2009

2009 é o Ano da Reforma Ortográfica

Em casos como AUTOESTIMA o hífen cai. A nossa é que não pode cair.
Em algumas palavras, o acento desaparece, como em FEIURA. Aliás, poderia desaparecer a palavra.
O acento também cai em IDEIA, só que dela a gente precisa. E muito!
O trema sumiu em todas as palavras, como em INCONSEQUÊNCIA, que também poderia sumir do mapa. Assim, a gente ia viver com mais TRANQUILIDADE.
Mas nem tudo vai mudar. ABRAÇO continua igual. E quanto mais apertado, melhor.
AMIZADE ainda é com "Z", como VIZINHO, FUTEBOLZINHO, BARZINHO.
Expressões como "EU TE AMO", continuam precisando de ponto. Se for de exclamação, é PAIXÃO, que continua com "X", como ABACAXI, que gostando ou não, a gente ainda vai ter alguns para descascar.
SOLITÁRIO ainda tem acento, como SOLIDÁRIO, que muda só uma letra, mas faz uma enorme diferença.
CONSCIÊNCIA ainda é com SC, como SANTA CATARINA, que precisa tocar a VIDA para frente.
E por falar em VIDA, bom, essa muda o tempo todo, e é por isso que emociona tanto!!!

12 de fev. de 2009

Necessidade de educar

Sobre a necessidade de educar para a mídia, Belloni (1992) escreveu que, com a perda relativa das funções de socialização sofrida pela escola e pela família, a televisão passa a ser um instrumento cada vez mais poderoso no processo de socialização. Um dos aspectos negativos dessa influência é a tendência à passividade e à dependência das crianças, prejudicando o desenvolviment o pleno de suas capacidades cognitivas e socioafetivas. Daí a necessidade das escolas desenvolverem uma leitura crítica e uma postura ativa perante a mídia, ou seja, fazer uma educação para a mídia, para ensinar os jovens a dominar a linguagem televisual, para não serem dominados por ela.

11 de fev. de 2009

A tecnologia e a sala de aula

Sala de recursos audiovisuais – o que fazer quando não há na escola?
Ultimamente, há muitos discursos sobre a importância de se utilizar recursos audiovisuais em sala de aula, pois os alunos estão em busca da internet, do vídeo-game, do DVD, dos jogos em rede quando estão de fora da mesma. Logo, as crianças e jovens estão habituados em um contexto em que a tecnologia computadorizada está em voga e o professor que não se adaptar, ficará para trás. A conseqüência disso pode ser uma sala desmotivada e indisciplinada. Contudo, devemos nos ater à tecnologia digital como uma estratégia pedagógica adicional e, portanto, não é necessário que esteja em todas as aulas. Mas o que fazer quando a escola não tem recursos tecnológicos para serem utilizados? Neste caso, o professor não pode desanimar ou acomodar com aulas apenas de giz e quadro, a não ser que a escola exija. Há outras maneiras de introduzir as linguagens da mídia em sala, basta o educador improvisar e ser criativo. O professor pode mandar pesquisas para casa sobre a linguagem verbal e não-verbal (gestos dos apresentadores ao passar uma notícia) no telejornal e depois trabalhar a persuasão; trabalhar com as propagandas da mídia e linguagem persuasiva e o uso do imperativo através de jornais impressos e revistas; desenvolver um trabalho com o uso de fotografias do passado e futuro nas aulas de História ou para ensinar os tempos verbais; usufruir dos canais de notícias da rádio para trabalhar a linguagem e montar com os alunos sua própria rádio; propor aos alunos desenvolver o jornal da escola ou da sala; orientar uma pesquisa pela internet com sites educativos e direcionados pelo próprio professor, dentre outros. O que não pode ocorrer é o professor ignorar o fato de a tecnologia digital fazer parte do dia-a-dia do aluno e cobrar do pupilo interesse pelas aulas. Os recursos tecnológicos são armas fundamentais para tornar as aulas mais instigantes e apreciadas.
Por Sabrina VilarinhoGraduada em LetrasEquipe Brasil Escola

http://www.educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/a-tecnologia-sala-aula.htm

10 de fev. de 2009

A Tecnologia Renovando o Processo Educativo




(Texto produzido pelas professoras Ana Maria e Gabriela, com base na leitura do texto: O ENSINO E OS RECURSOS DIDÁTICOS EM UMA SOCIEDADE CHEIA DE TECNOLOGIAS, de Vani Moreira Kenski).
A educação nos dias atuais está passando por um processo de renovação de espaços, de resignificação de conteúdos e de valores, tendo como ponto de partida todas as mudanças ocorridas na sociedade. A escola, como instituição integrante e atuante dessa sociedade e desencadeadora do saber sistematizado, não pode ficar fora ou a margem deste dinamismo.
Sabemos que o padrão educativo vigente é ritualizado, cheio de divisões, seriações, conteúdos preestabelecidos, carga horária, calendários etc., onde permanece quase sempre inalterável. O tempo destinado à criação, a interpretação, a reflexão, a descoberta de novas tecnologias é escasso e nem sempre é aproveitado de maneira racional.
Fora da escola, professores e alunos, estão permanentemente em contato com tecnologias cada vez mais avançadas, onde a máquina transforma, modifica e até substitui as tarefas humanas. Eles vivem e atuam nesta realidade como cidadãos participativos, mas não "conseguem" introduzir estas "novidades" dentro da escola, pois necessitam cumprir conteúdos programáticos exigidos.
A escola é um local de tradição cultural e de ampliação de conhecimento, onde o aluno é o centro do processo de aprendizagem, analisando e interpretando as imagens e sons existentes na TV, rádio, computador, através da imagem do professor na sala de aula.
É imprescindível que o professor perceba e saiba o valor e a importância dos recursos audiovisuais para o bom desempenho e eficácia do seu trabalho escolar. A tecnologia além de renovar o processo ensino-aprendizagem, vai propiciar o desenvolvimento integral do aluno, valorizando o seu lado social, emocional, crítico, imaginário, deixando margens para exploração de novas possibilidades de criação.
Portanto, os recursos audiovisuais servem para explorar novas possibilidades pedagógicas e contribuir para uma melhoria do trabalho docente em sala de aula, valorizando o aluno como sujeito do processo educativo.




Texto: http://br.geocities.com/spereirag/texto_5.htm
Imagens: http://br.bestgraph.com/

Sobre o nosso Cérebro...

Estima-se que cerca de 50.000 a 100.000 neurônios desaparecem a cada dia. Entretanto, as perdas neuronais podem ser compensadas através da formação de novas sinapses (ligações entre os neurônios) e progressão dos axônios mesmo no cérebro envelhecido.

O cérebro humano precisa trabalhar para manter-se bem. Verdi compunha óperas aos oitenta e um anos. Ticiano tinha mais de oitenta anos quando começou a esculpir a Pietá. Roberto Marinho, Barbosa Lima Sobrinho trabalharam até com mais de 90 e 100 anos. Oscar Niemayer continua fazendo projetos em arquitetura. E tantos outros.

O cérebro possui cerca de 100 bilhões de neurônios. Estudos verificaram que utilizamos apenas 1/5 de nosso estoque. Ao envelhecermos perdemos cerca de 10% de nossa capacidade cerebral. Isto significa muito pouco comparado ao que possuímos e não chega a afetar nosso pensamento.

As pessoas com menos atividade não apresentam qualquer lesão cerebral, apenas uma espécie de desaceleração. Essa desaceleração leva a uma diminuição da função cerebral e não o inverso: não é porque as células do cérebro, os neurônios adormeceram que surgem perdas de memória. É exatamente o contrário: é porque o cérebro está sem atividade que as células adormeceram…

Que tal colocar o cérebro pra funcionar um pouco mais e passar a escrever num Blog? Contar suas memórias, repartir seu aprendizado, registrar sua vida para que no futuro as recordações estejam mais vivas? Ajude seu cérebro a manter-se jovem, coloque-o pra trabalhar!
http://ilheusconsultic.wordpress.com/tag/curiosidades/