16 de mar. de 2009

Sobre Leitores de Livros, Educação e Tecnologia

Nada representa melhor este estado de coisas do que a tecnologia atual: internet, banda larga, imagens de alta definição, telefonia celular etc. Mas isso não tem nada a ver com educação, nem com maior ou menor número de leitores.
Na Antiguidade, e até a Alta Idade Média, a tecnologia do livro era a cópia. Em Roma, Constantinopla e Atenas existiam empresas especializadas em fazer cópias de monuscritos e estes circulavam intensamente pelos portos do Mediterrâneo. Na Biblioteca de Alexandria, a pessoa podia obter, em poucos dias, a cópia de um livro que desejasse. A tecnologia do livro sempre esteve a serviço da demanda de mercado, nunca a serviço da educação.
Para ter acesso ao texto na íntegra acesse o link
http://aiuslocutius.wordpress.com

13 de mar. de 2009

4 de mar. de 2009

"Eduque as crianças e não precisarás punir os homens"

"Eduque as crianças e não precisarás punir os homens" (Pitágoras)vamos discutir sobre a expectativa de nossa sociedade, quanto à educação,esta, é a preparação de cidadãos/alunos para a vida e sua formação para o exercício profissional e pleno de sua cidadania, porém observamos vários fatores que têm desmotivado professores e alunos nesse processo. Como objetivo final analisar o discurso pedagógico. De igual modo, buscamos investigar o discurso pedagógico enquanto reflexo do desempenho do professor, procurando, através da análise do discurso e da melhor compreensão dos problemas da área educacional, contribuir, ainda que minimamente, para a melhoria da qualidade do ensino das escolas e universidades brasileiras.

27 de fev. de 2009

PISO DO PROFESSOR; POLÊMICA

A confederação Nacional dos trabalhadores em Educação ( CNTE) está cobrando a implantação do piso nacional do magistério, sob a alegação de que "Os governos estão negando aos estudantes, especialmente aos oriundos das classes populares, o direito a educação de qualidade para o qual concorre o profissionalismo dos educadores; invertendo as prioridades das pol´ticas publicas e as responsabilidades do Estado em promove-las; e caminhando na contramão do percurso civilizatóriobaseado no acesso igualitário aos bens materiais e culturais produzidos pela humanidade."
Os governadores alegam que os recursos para garantir a implantação do piso salarial do magistério interferem na autononomia dos estados e municípios, bem como impactarão nas despesas orçamentárias. Com a vinculação do piso à jornada de trabalho de 40 horas semanais, os governadores também entendem que essa fixação interferirá na organização do funcionalismo público de cada região
(Mauricio Figueiredo)