26 de nov de 2010

O uso da Informática na Escola

A grande sacada do uso do computador na escola é que enquanto tecnologia leva o aluno ao aprendizado à medida que o mesmo interage com a máquina. Mas, é preciso cuidado, os professores precisam estar capacitados quanto ao uso da máquina, somente assim poderá auxiliar o seu aluno na construção de seu próprio conhecimento.
O uso da Informática na Escola
Nelson Pretto
Morar fora do Brasil e todos os dias poder ler A Tarde para saber o que acontece em Salvador. Movimentar a conta bancária sem maiores problemas, a menos o de verificar diariamente a desvalorização do nosso real frente à libra da rainha. São algumas das vantagens da Internet que fazem parte daquilo que chamo do "outro lado" do uso da rede.
O que se quer saber no momento é exatamente o que as escolas estão fazendo na Internet. Como estas tecnologias estão sendo incorporadas ao processo educacional e o que elas estão trazendo de transformação, de inovação ou de simples melhoria para a educação de nossos filhos? Estas questões são complicadas e, quando vemos um país como o Brasil seguindo os modelos internacionais e investindo muito dinheiro na informatização do sistema público de ensino, ficamos a nos perguntar que benefícios teremos. Quem tem filhos em escola particular já se pergunta sobre isso porque muitas vezes paga extra pela terceirização das aulas de informática. Mas, para que estas aulas? Aulas de que? Aulas para ensinar a usar processador de textos ou planilhas eletrônicas? As mais avançadas falam em preparar para o futuro. Que futuro?! Será isso um simples modismo que logo passará? Penso que não e justo aí está o problema.
Precisamos estar atentos a estas políticas porque estas tecnologias podem efetivamente contribuir para uma transformação radical no nosso sistema educacional, mas somente se forem utilizadas em outras bases. Se gastamos muito dinheiro com estes equipamentos e repetimos os velhos métodos, o que teremos será apenas uma escola mais cara.
Estas são questões fundamentais e, se não pensarmos nelas, mais uma vez vamos montar enormes estruturas que potencialmente são estruturas comunicacionais, de diálogo e criatividade, e transformá-las em estruturas burocráticas de cumprimento de tarefas. E se nós, professores, estamos fazendo isso apenas como mais uma tarefa padronizada e burocrática, não resta à menor dúvida que muito em breve - ou será que já começou?! - estaremos passando estas mesmas monótonas e repetitivas tarefas para nossos alunos. E eles, mais uma vez, vão nos odiar!
Leia o texto completo no endereço:
http://br.geocities.com/spereirag

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