13 de ago de 2009

O uso educativo de jogos eletrônicos

Brinco, logo aprendo

Há tempo, o valor do jogar e do brincar vem sendo reconhecido na Educação.
O uso de jogos e brincadeiras não só auxilia na formação global da criança como também é uma forma prazerosa de aprender. Nas últimas décadas, muitos tipos de jogos e brincadeiras vêm sendo desenvolvidos para a Internet e fazem enorme sucesso entre crianças e adolescentes e, porque não dizer entre os adultos. Os jogos são apresentados nos mais diversos formatos, incluindo jogos de raciocínio e simulações, constituindo-se assim um universo em exploração.
Para as crianças dos primeiros anos do Ensino Fundamental, os jogos têm uma contribuição fundamental para o desenvolvimento da coordenação motora, atenção, levantamento de hipóteses e resolução de problemas, além da leitura e escrita em múltiplas linguagens e de promover a vivência de comportamentos cooperativos.

Fonte: Caderno de Orientações Didáticas - Tecnologias na Educação

6 de ago de 2009

Pesquisa mostra causas da evasão escolar no país

15 de Abril de 2009 - 08h41 - Última modificação em 15 de Abril de 2009 - 08h45


Nielmar de Oliveira
Repórter da Agência Brasil


envie por e-mail
imprimir
comente/comunique erros
download gratuito

Rio de Janeiro - Uma pesquisa sobre motivos da evasão escolar no país será divulgada hoje (15), às 10h, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O estudo, coordenado pelo chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV, Marcelo Neri, revela que o Brasil não conseguirá vencer a batalha pela melhoria da qualidade do ensino se não convencer primeiro os principais protagonistas: os alunos e pais.

Realizada com o objetivo de analisar as causas da evasão escolar na visão dos próprios jovens e de seus pais – a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) - e de avaliar a taxa de atendimento escolar – a partir de dados da Pesquisa Mensal do Emprego – o estudo procura saber, por meio de perguntas diretas, por que o jovem não está na escola.

Em entrevista à Agência Brasil, o professor Marcelo Neri antecipa algumas conclusões da pesquisa. Para ele, é fundamental a participação engajada de pais e alunos para que se chegue a bom termo na evolução dos dados da educação.

"A gente pode ganhar todas as batalhas pela melhoria da qualidade da educação, adotando as melhores práticas educacionais, mas se não conseguirmos convencer os principais protagonistas – que são as crianças, os adolescentes e seus país – vamos perder a guerra."

Foram feitas aos estudantes e aos pais perguntas como: porque não estão na escola, pela necessidade de trabalhar, por não ter vaga ou escola perto de casa, por dificuldade de transporte ou por que não querem a escola que aí está?

Na avaliação do professor, as perguntas serviram para derrubar mitos como o de que os jovens de comunidades pobres deixam a escola entre 15 e 17 anos para trabalhar.

Neri antecipou à Agência Brasil que a piora na evasão escolar, envolvendo os jovens nessa faixa etária, ocorre exatamente quando se junta a oportunidade com a necessidade de trabalhar, ou seja, criança pobre, em uma cidade rica, em época de crescimento acelerado da economia.

"A pesquisa mostra que, ao contrário do mito, muitos desses jovens estão fora da escola não porque são de comunidades pobres e têm que trabalhar. A pesquisa mostra que é em regiões ricas, quando a economia está mais aquecida, que eles deixam a escola. O crescimento econômico tira o jovem da escola mais nas regiões ricas do país do que nas mais pobres, que não oferecem oportunidade de trabalho para os pais e seus filhos.

Marcelo Neri disse ainda que a época atual – "de desaceleração da economia em função da crise externa e do apagão da mão-de-obra" – cria uma oportunidade, um efeito colateral, que é positivo no meio de todas as diificuldades: a economia disputar menos o jovem com a escola.

Entre as crianças de até 15 anos abrangidas pelo programa Bolsa Família, o papel do benefício é mais importante pelo controle de freqüência do que pela própria matrícula, uma vez que nessa faixa etária de 96% a 97% já estavam ou continuam na escola. O desafio maior é na faixa de 16 a 18 anos.

O chefe do Centro de Pesquisas Sociais da FGV avalia que o efeito do benefício é mais significativo para o crescimento do número de matrículas nas escolas públicas na faixa de 15 a 18 anos.

"Sou um defensor dessa extensão da cobertura etária do Bolsa Família, porém mais importante do que isso é você aumentar a atratividade da escola. No Brasil, os estudos procuram sempre olhar a questão pelo lado da oferta: você tem que melhorar, incentivar professores. Agora, quando você analisa o desempenho escolar dos alunos, vai ver que 80% das diferenças de notas de aprendizado nos diversos métodos de avaliação se dá por variáveis do domicílio do aluno ou do nível de educação do pai, da mãe ou ainda da renda da família, o que é frustrante para quem está pensando políticas públicas."

A pesquisa mostra ainda a existência de um gargalo no ensino médio, da mesma forma como já existiu no ensino fundamental, "Esse é o próximo desafio, como foi o ensino fundamental há alguns anos", disse. Na opinião do economista, no entanto, para vencer este gargalo é preciso criar condições de atrair o jovem para a escola. "Mais do que criar uma extensão do Bolsa Família para a faixa até os 18 anos, como foi feito agora, a pesquisa mostra que é preciso despertar e conquistar o interesse do jovem em permanecer na escola."

Enquanto as meninas avançam na escolaridade e ainda assim são mais misteriosas ao falar das razões por que abandonam os estudos, os jovens do sexo masculino são mais diretos: não têm interesse ou têm que trabalhar.

Ao fazer um diagnóstico da situação do ensino no país, com base na pesquisa Motivos da Evasão Escolar, Marcelo Neri admite que o ensino no Brasil está em fase de ensaio, embora ainda atrasado.

"Acho que a gente tem uma situação em que a fotografia é ruim, mas também em que o filme pode ser bom e ter um final feliz se a sociedade se engajar. É bom ressaltar que não adianta um grupo de iluminados, ou que se acha iluminado – seja de pesquisadores, de gestores –, pensar que tem as melhores soluções, se essas soluções não tiverem a consciência, concordância e ação dos pais e dos jovens. Então, a importância da pesquisa é olhar sobre esse lado da demanda da educação para entender o lado subjetivo do quadro brasileiro", conclui.

14 de jun de 2009

28 de mai de 2009

Informática na Educação

O computador tem provocado uma revolução na educação por causa de sua capacidade de "ensinar". As possibilidades de implantação de novas técnicas de ensino são praticamente ilimitadas e contamos, hoje, com o custo financeiro relativamente baixo para implantar e manter laboratórios de computadores, cada vez mais demandados tanto por pais quanto por alunos.
O computador pode enriquecer ambientes de aprendizagem onde o aluno, interagindo com os objetos desse ambiente, tem chance de construir o seu conhecimento". Aí está a grande "sacada" do uso do computador. Uma reviravolta que muda o foco de ensino do instrucionismo para o construcionismo, muitas vezes sem que haja uma declaração teórico-pedagógica explícita.
Visão Cética da Informática em Educação
Se as escolas não tem carteiras, giz nem merenda e o professor ganha uma miséria, como falar em computador?
Se as escolas chegaram a este ponto, não foi por causa de gastos com equipamentos, sejam eles de informática ou não. O fato é que se elas não se modernizarem, acentuarão o hiato existente entre a "idade" dos métodos de ensino e a "idade" de seus alunos. Ou seja, elas continuarão no século 18, enquanto os alunos vivem no século 21.
Os céticos também argumentam que haveria uma desumanização com o uso da máquina, com a eliminação do contato entre o aluno e o professor. Mais uma vez, encontramos um argumento frágil contra o uso da informática. O aluno de fato somente irá prescindir do contato com o professor se este se restringir a transmitir informações e conhecimentos. Os céticos, por sinal, estão presos a este modelo instrucionista e temem, portanto, a perda do papel tradicional do professor.
Visão Otimista
Como o otimismo é gerado por razões pouco fundamentadas, é provável que ele venha acompanhado de grandes frustrações como:
* modismo: outros países e escolas já dispõem dos equipamentos. Isso causa erros no sistema educacional. É preciso critério, senso crítico. As soluções não devem ser meramente copiadas;
* o computador fará parte de nossa vida e a escola deve lidar com essa tecnologia. Muitas escolas introduzem o computador como disciplina curricular, dissociada de sua utilização em outras perspectivas e disciplinas. Usamos o telefone sem necessariamente sabermos princípios de telefonia.
* o computador é um meio didático. De fato, ele apresenta facilidade para simular fenômenos e animação. No entanto, esse enfoque leva a uma sub-utilização como ferramenta de aprendizagem.
Construcionismo
O termo "construcionismo" decorre da necessidade de se caracterizar a interação aluno-objeto, mediada por uma linguagem de programação, como o Logo.
O profissional que conhece o Logo atua como mediador dessa interação. A criança interage com o objeto que usa métodos para facilitar a aprendizagem e, principalmente a descoberta do aluno.
Conclusão
O que foi proposto pelo autor é a mudança do paradigma pedagógico do instrucionismo para o construcionismo. Existe resistência do sistema educacional, mas se a mudança não ocorrer, os resultados indesejáveis poderão ser o êxodo do aluno ou a produção de educandos obsoletos.
http://gold.br.inter.net/luisinfo/infoeduc.html

17 de abr de 2009

A educação no Brasil na atualidade

A escola que se deseja, deve estar pautada na lógica de um espaço ideal para a construção de uma sociedade sadia, uma escola democrática com formação para a cidadania. Aquela que combata de todas as formas a exclusão social e que entenda o aluno como ser integral. E que possa, ao mesmo tempo, trabalhar a relação escola-aluno-família, tendo-se assim a necessidade de incluir a família em suas ações.
O Brasil tem várias legislações: a Constituição Federal de 1988, a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB de 1996 e o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA de 1990, que garantem o direito à educação a criança e ao adolescente, direitos estes que precisam ser perseguidos por todos os profissionais que atuam no contexto escolar.
Mas, ao deparar-nos com o atual contexto brasileiro, percebemos que o ensino tem suas deficiências, no que se refere à quantidade de vagas para o atendimento dos alunos, tendo como grande desafio a melhoria de sua qualidade.
(André Michel dos Santos)
Para ter acesso ao texto na íntegra acesse o link
http://www.meuartigo.brasilescola.com/educacao/a-educacao-no-brasil-na-atualidade.htm

Diferença entre asilo político e refúgio

Embora o asilo político e o refúgio tenham a mesma finalidade - permitir, legalmente, a um estrangeiro fixar residência em um outro país -, o Ministério da Justiça do Brasil tem explicações diferentes para ambos os casos. Segundo o ministério, o asilo político é destinado àqueles que se sentem perseguidos em seu país de origem.
O refúgio tem, por sua vez, o objetivo de proteger aqueles que tiveram de abandonar seu país porque sua vida ou liberdade estavam em perigo, por questões religiosas, raciais ou políticas.
(Manuela Martinez - jornalista e publicitária).
Para ter acesso ao texto na íntegra acesse o link
http://educacao.uol.com.br/atualidades/asilo-politico.jhtm

28 de mar de 2009

Educar por Rubem Alves

"Educar é mostrar a vida a quem ainda não a viu. O educador diz: "Veja!”- e, ao falar, aponta. O aluno olha na direção apontada e vê o que nunca viu. O seu mundo se expande. Ele fica mais rico interiormente. E, ficando mais rico interiormente, ele pode sentir mais alegria e dar mais alegria - que é a razão pela qual vivemos. Vivemos para ter alegria e dar mais alegria. O milagre da educação acontece quando vemos um mundo que nunca se havia visto antes."

16 de mar de 2009

Sobre Leitores de Livros, Educação e Tecnologia

Nada representa melhor este estado de coisas do que a tecnologia atual: internet, banda larga, imagens de alta definição, telefonia celular etc. Mas isso não tem nada a ver com educação, nem com maior ou menor número de leitores.
Na Antiguidade, e até a Alta Idade Média, a tecnologia do livro era a cópia. Em Roma, Constantinopla e Atenas existiam empresas especializadas em fazer cópias de monuscritos e estes circulavam intensamente pelos portos do Mediterrâneo. Na Biblioteca de Alexandria, a pessoa podia obter, em poucos dias, a cópia de um livro que desejasse. A tecnologia do livro sempre esteve a serviço da demanda de mercado, nunca a serviço da educação.
Para ter acesso ao texto na íntegra acesse o link
http://aiuslocutius.wordpress.com

13 de mar de 2009

4 de mar de 2009

"Eduque as crianças e não precisarás punir os homens"

"Eduque as crianças e não precisarás punir os homens" (Pitágoras)vamos discutir sobre a expectativa de nossa sociedade, quanto à educação,esta, é a preparação de cidadãos/alunos para a vida e sua formação para o exercício profissional e pleno de sua cidadania, porém observamos vários fatores que têm desmotivado professores e alunos nesse processo. Como objetivo final analisar o discurso pedagógico. De igual modo, buscamos investigar o discurso pedagógico enquanto reflexo do desempenho do professor, procurando, através da análise do discurso e da melhor compreensão dos problemas da área educacional, contribuir, ainda que minimamente, para a melhoria da qualidade do ensino das escolas e universidades brasileiras.

27 de fev de 2009

PISO DO PROFESSOR; POLÊMICA

A confederação Nacional dos trabalhadores em Educação ( CNTE) está cobrando a implantação do piso nacional do magistério, sob a alegação de que "Os governos estão negando aos estudantes, especialmente aos oriundos das classes populares, o direito a educação de qualidade para o qual concorre o profissionalismo dos educadores; invertendo as prioridades das pol´ticas publicas e as responsabilidades do Estado em promove-las; e caminhando na contramão do percurso civilizatóriobaseado no acesso igualitário aos bens materiais e culturais produzidos pela humanidade."
Os governadores alegam que os recursos para garantir a implantação do piso salarial do magistério interferem na autononomia dos estados e municípios, bem como impactarão nas despesas orçamentárias. Com a vinculação do piso à jornada de trabalho de 40 horas semanais, os governadores também entendem que essa fixação interferirá na organização do funcionalismo público de cada região
(Mauricio Figueiredo)

A PALAVRA - CHAVE

"Aprender é a palavra-chave do momento. O conhecimento passou a ser o recurso mais importante para o sucesso profissional - terá mais sucesso quem souber mais. Para que o profissional seja competitivo, nesta era de transformações velozes e crises constantes, é necessário investir no seu conhecimento. O profissional do conhecimento tem uma relação de troca com a empresa. E, por isso, se as empresas precisam de pessoas que "façam as coisas acontecerem", elas devem identificar, estimular e reter os potencias talentos. É importnate que patrocinem o desenvolvimento de seus colaboradores, investindo em educação e treinamentos xonstantes, de forma a assegurar uma melhor produtividade - e consequente lucratividade - que lhes permitam enfrentar os novos desafios do mercado. Diante deste cenário, investir em pessoas pode ser a diferença entre sobrevivência e o fracasso em tempos de crise". O recado é de Elisabete Alves, consultora do IDORT/SP e especialista em gestão de carreiras.

25 de fev de 2009

Internet na educação


O uso das redes como uma nova forma de interação no processo educativo amplia a ação de comunicação entre aluno e professor e o intercâmbio educacional e cultural, desta forma, o ato de educar (com o auxílio da Internet), proporciona a quebra de barreiras, de fronteiras e remove o isolamento da sala de aula, acelerando a autonomia da aprendizagem dos alunos em seus próprios ritmos, assim a educação pode assumir um caráter coletivo e tornar-se acessível a todos (embora ainda exista a barreira do preço e o analfabetismo tecnológico).
Aliar as novas tecnologias aos processos e atividades educativas é algo que pode significar dinamismo, promoção de novos e constantes conhecimentos, e mais que tudo, o prazer do estudar, do aprender, criando e recriando, promovendo a verdadeira aprendizagem e renascimento constante do indivíduo, ao proporcionar uma interatividade real e bem mais verdadeira, burlando as distâncias territoriais e materiais. Significa impulsionar a criança, enfim, o sujeito a se desfazer da persona da passividade.
O computador se tornou um forte aliado para desenvolver projetos, para trabalhar temas discutíveis. Ele é um instrumento pedagógico que ajuda na construção do conhecimento não só para os alunos, mas também aos professores. Entretanto é importante ressaltar que por si só o computador não faz nada. O potencial de tal será determinado pela teoria escolhida e pela metodologia empregada nas aulas. No entanto, importante lembrar que colocar computadores nas escolas não significa informatizar a educação, mas sim introduzir a informática como recurso e ferramenta de ensino, dentro e fora da sala de aula, isso sim se torna sinônimo de informatização da educação.
Sabe-se que a mola mestra de uma verdadeira aprendizagem está na parceria(aluno-professor) e a construção do conhecimento nesses dois sujeitos.Para que possa haver um ensino mais significativo que abranjam todos os alunos, as aulas precisam ser participativas, interativas, envolventes, tornando os alunos sempre “agentes” na construção de seu próprio conhecimento. Também é essencial que os professores estejam bem preparados para lidar com esse novo recurso. Isso implica um maior comprometimento desde a sua formação, estando este apto a utilizar, ter noções computacionais, compreender as noções de ensino que estão nos software utilizados estando sempre bem atualizados.



Texto completo disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Internet
Imagens: http://br.bestgraph.com/
http://www.gifmania.com.pt/etiquetas/internet/

2009 é o Ano da Reforma Ortográfica

Em casos como AUTOESTIMA o hífen cai. A nossa é que não pode cair.
Em algumas palavras, o acento desaparece, como em FEIURA. Aliás, poderia desaparecer a palavra.
O acento também cai em IDEIA, só que dela a gente precisa. E muito!
O trema sumiu em todas as palavras, como em INCONSEQUÊNCIA, que também poderia sumir do mapa. Assim, a gente ia viver com mais TRANQUILIDADE.
Mas nem tudo vai mudar. ABRAÇO continua igual. E quanto mais apertado, melhor.
AMIZADE ainda é com "Z", como VIZINHO, FUTEBOLZINHO, BARZINHO.
Expressões como "EU TE AMO", continuam precisando de ponto. Se for de exclamação, é PAIXÃO, que continua com "X", como ABACAXI, que gostando ou não, a gente ainda vai ter alguns para descascar.
SOLITÁRIO ainda tem acento, como SOLIDÁRIO, que muda só uma letra, mas faz uma enorme diferença.
CONSCIÊNCIA ainda é com SC, como SANTA CATARINA, que precisa tocar a VIDA para frente.
E por falar em VIDA, bom, essa muda o tempo todo, e é por isso que emociona tanto!!!

12 de fev de 2009

Necessidade de educar

Sobre a necessidade de educar para a mídia, Belloni (1992) escreveu que, com a perda relativa das funções de socialização sofrida pela escola e pela família, a televisão passa a ser um instrumento cada vez mais poderoso no processo de socialização. Um dos aspectos negativos dessa influência é a tendência à passividade e à dependência das crianças, prejudicando o desenvolviment o pleno de suas capacidades cognitivas e socioafetivas. Daí a necessidade das escolas desenvolverem uma leitura crítica e uma postura ativa perante a mídia, ou seja, fazer uma educação para a mídia, para ensinar os jovens a dominar a linguagem televisual, para não serem dominados por ela.

11 de fev de 2009

A tecnologia e a sala de aula

Sala de recursos audiovisuais – o que fazer quando não há na escola?
Ultimamente, há muitos discursos sobre a importância de se utilizar recursos audiovisuais em sala de aula, pois os alunos estão em busca da internet, do vídeo-game, do DVD, dos jogos em rede quando estão de fora da mesma. Logo, as crianças e jovens estão habituados em um contexto em que a tecnologia computadorizada está em voga e o professor que não se adaptar, ficará para trás. A conseqüência disso pode ser uma sala desmotivada e indisciplinada. Contudo, devemos nos ater à tecnologia digital como uma estratégia pedagógica adicional e, portanto, não é necessário que esteja em todas as aulas. Mas o que fazer quando a escola não tem recursos tecnológicos para serem utilizados? Neste caso, o professor não pode desanimar ou acomodar com aulas apenas de giz e quadro, a não ser que a escola exija. Há outras maneiras de introduzir as linguagens da mídia em sala, basta o educador improvisar e ser criativo. O professor pode mandar pesquisas para casa sobre a linguagem verbal e não-verbal (gestos dos apresentadores ao passar uma notícia) no telejornal e depois trabalhar a persuasão; trabalhar com as propagandas da mídia e linguagem persuasiva e o uso do imperativo através de jornais impressos e revistas; desenvolver um trabalho com o uso de fotografias do passado e futuro nas aulas de História ou para ensinar os tempos verbais; usufruir dos canais de notícias da rádio para trabalhar a linguagem e montar com os alunos sua própria rádio; propor aos alunos desenvolver o jornal da escola ou da sala; orientar uma pesquisa pela internet com sites educativos e direcionados pelo próprio professor, dentre outros. O que não pode ocorrer é o professor ignorar o fato de a tecnologia digital fazer parte do dia-a-dia do aluno e cobrar do pupilo interesse pelas aulas. Os recursos tecnológicos são armas fundamentais para tornar as aulas mais instigantes e apreciadas.
Por Sabrina VilarinhoGraduada em LetrasEquipe Brasil Escola

http://www.educador.brasilescola.com/estrategias-ensino/a-tecnologia-sala-aula.htm

10 de fev de 2009

A Tecnologia Renovando o Processo Educativo




(Texto produzido pelas professoras Ana Maria e Gabriela, com base na leitura do texto: O ENSINO E OS RECURSOS DIDÁTICOS EM UMA SOCIEDADE CHEIA DE TECNOLOGIAS, de Vani Moreira Kenski).
A educação nos dias atuais está passando por um processo de renovação de espaços, de resignificação de conteúdos e de valores, tendo como ponto de partida todas as mudanças ocorridas na sociedade. A escola, como instituição integrante e atuante dessa sociedade e desencadeadora do saber sistematizado, não pode ficar fora ou a margem deste dinamismo.
Sabemos que o padrão educativo vigente é ritualizado, cheio de divisões, seriações, conteúdos preestabelecidos, carga horária, calendários etc., onde permanece quase sempre inalterável. O tempo destinado à criação, a interpretação, a reflexão, a descoberta de novas tecnologias é escasso e nem sempre é aproveitado de maneira racional.
Fora da escola, professores e alunos, estão permanentemente em contato com tecnologias cada vez mais avançadas, onde a máquina transforma, modifica e até substitui as tarefas humanas. Eles vivem e atuam nesta realidade como cidadãos participativos, mas não "conseguem" introduzir estas "novidades" dentro da escola, pois necessitam cumprir conteúdos programáticos exigidos.
A escola é um local de tradição cultural e de ampliação de conhecimento, onde o aluno é o centro do processo de aprendizagem, analisando e interpretando as imagens e sons existentes na TV, rádio, computador, através da imagem do professor na sala de aula.
É imprescindível que o professor perceba e saiba o valor e a importância dos recursos audiovisuais para o bom desempenho e eficácia do seu trabalho escolar. A tecnologia além de renovar o processo ensino-aprendizagem, vai propiciar o desenvolvimento integral do aluno, valorizando o seu lado social, emocional, crítico, imaginário, deixando margens para exploração de novas possibilidades de criação.
Portanto, os recursos audiovisuais servem para explorar novas possibilidades pedagógicas e contribuir para uma melhoria do trabalho docente em sala de aula, valorizando o aluno como sujeito do processo educativo.




Texto: http://br.geocities.com/spereirag/texto_5.htm
Imagens: http://br.bestgraph.com/

Sobre o nosso Cérebro...

Estima-se que cerca de 50.000 a 100.000 neurônios desaparecem a cada dia. Entretanto, as perdas neuronais podem ser compensadas através da formação de novas sinapses (ligações entre os neurônios) e progressão dos axônios mesmo no cérebro envelhecido.

O cérebro humano precisa trabalhar para manter-se bem. Verdi compunha óperas aos oitenta e um anos. Ticiano tinha mais de oitenta anos quando começou a esculpir a Pietá. Roberto Marinho, Barbosa Lima Sobrinho trabalharam até com mais de 90 e 100 anos. Oscar Niemayer continua fazendo projetos em arquitetura. E tantos outros.

O cérebro possui cerca de 100 bilhões de neurônios. Estudos verificaram que utilizamos apenas 1/5 de nosso estoque. Ao envelhecermos perdemos cerca de 10% de nossa capacidade cerebral. Isto significa muito pouco comparado ao que possuímos e não chega a afetar nosso pensamento.

As pessoas com menos atividade não apresentam qualquer lesão cerebral, apenas uma espécie de desaceleração. Essa desaceleração leva a uma diminuição da função cerebral e não o inverso: não é porque as células do cérebro, os neurônios adormeceram que surgem perdas de memória. É exatamente o contrário: é porque o cérebro está sem atividade que as células adormeceram…

Que tal colocar o cérebro pra funcionar um pouco mais e passar a escrever num Blog? Contar suas memórias, repartir seu aprendizado, registrar sua vida para que no futuro as recordações estejam mais vivas? Ajude seu cérebro a manter-se jovem, coloque-o pra trabalhar!
http://ilheusconsultic.wordpress.com/tag/curiosidades/

7 de fev de 2009

Apenas 15 Euros!...

Nos próximos seis meses, a Índia vai comercializar um computador portátil para as escolas pelo preço de 20 dólares, revela o jornal "Financial Times", na sua edição de hoje. O protótipo do portátil Sakshat será apresentado, amanhã, num evento sobre a Missão Nacional para a Educação, em Tirupati, no Estado indiano de Andhra Pradesh.
Desenvolvido por cientistas indianos no Instituto de Tecnologia de Vellore, no Instituto de Ciência de Bangalore, no Instituto Indiano de Tecnologia de Madras e numa empresa estatal de semi-condutores, este computador terá uma capacidade de dois Gb de memória RAM e ligações sem fios (wireless).
De acordo com a mesma fonte, o projecto está a ser apoiado pelo Governo indiano, no âmbito de um plano para implementar o e-learning em mais de 18 mil liceus e 400 universidades. No entanto, alguns analistas mostram-se cépticos relativamente à viabilidade comercial de um computador vendido por 20 dólares e à capacidade do projecto para atrair um parceiro.

A origem do computador

A Primeira geração(1943-1955)-geração dos computares a válvulas

Em 1946, ficou pronto o que se costuma chamar de de "primeiro computador". A data do inicio de sua contrução (1943)foi estabelecida como marco da computação. Batizado de Eniac(Eletronic numeric Integrator and calculator), era um computador composto por 18.000 válvulas, ocupava três andares e queimava uma válvula a cada 2 minutos. podia fazer aproximadamente 5.000 cálculos por segundo. Foi desenvolvido para uso militar, como cálculo de balística (cálcular o ângulo e trajetória de bombas). A partir de 1951, começaram a sugir empresas especializadas no comércio de computadores.

A segunda geração (1955-1964)- Geração dos computadres a transistores

Ainda na década de 50 surgiram os trnsistores, coponetes letrônicas que substuiram as válvulas e possuíam várias vantagens. primeiro, eram bem menores. Computadores que antes ocupavam uma sala agora ficava do tamanho de uma estante.Além disso,consumiam menos corrente elétrica e duravam bem mais. Os transistores possibilitaram possibilitaram a produção de computadores menores, mas rápidos, mas confáveis e mas baratos. Consequentemente, passaram a ser fabricados em série. O PDP-8, considerado o primeiro computador com preço "acessível".Foi nesse tipo de coputador que o sistema operacional UNIX começou a ser desenvolvido por Kem thompson e Dennis Rithie.

6 de fev de 2009

Celular principal meio de conexão à internet em 2020

Os telefones celulares serão a principal ferramenta de conexão à Internet em 2020, ao mesmo tempo em que os sistemas de reconhecimento de voz e de tela sensível ao toque serão mais comuns, é o que revela uma nova pesquisa de especialistas sobre o futuro da tecnologia. A realidade artificial e virtual também estará mais presente na vida cotidiana, de acordo com a pesquisa realizada com centenas de especialistas em tecnologia, realizada pelo Centro de pesquisas PEW INTERNET AND AMERICAN LIFE PROJECT. Os especialistas foram convidados a calcular o papel da tecnologia no ano de 2020 em uma pesquisa on-line realizada em parceria com a Universidade Elon, na Carolina do Norte. "O telefone celular - agora com significativo poder informático - é a conexão à internet primária, e a única possível para grande parte das pessoas em todo o mundo, fornecendo informação de maneira portátil e com boa conexão a um custo relativamente baixo". A referida pesquisa recebeu o título de "O futuro da internet III".

5 de fev de 2009

O maior cajueiro do mundo!...

O maior cajueiro do mundo está localizado no estado do Rio Grande do Norte. A árvore cobre uma área de aproximadamente 7500 m2, com um perímetro de aproximadamente 500 m. O crescimento da mesma deve-se a duas anomalias genéticas. Primeiro, em vez de crescer para cima, seus galhos crescem para os lados e com o passar do tempo e por causa do próprio peso, os galhos tendem a curvar-se para baixo, até alcançar o solo. Onde se observa a segunda anomalia. Ao tocar o solo, os galhos começam a criar raízes, e daí passam a crescer novamente, como se fossem troncos de outra árvore. A repetição desse processo causa a impressão de que existem várias árvores, mas na realidade trata-se de uma única!

4 de fev de 2009

Extremamente fácil

É fácil criar um blog: Pensamos, escrevemos e pronto. Depois os outros comentam e rapidamente, viramos autores. E ainda, temos o privilégio de ver a reação dos nossos leitores. Como o blog costuma ter uma linguagem de fácil compreensão, não há o compromisso de textos longos. Ainda podemos inserir imagens onde teremos oportunidade de explorar essa linguagem também aumentando a diversão. Qualquer pessoa que goste de blogs, logo descobre a magia da repercussão de suas palavras e das imagens postadas. Tornando-se um assíduo leitor.

30 de jan de 2009

Como usar o blog em sala de aula

O uso do blog em sala de aula pode trazer mais dinamismo para a realização e apresentação de trabalhos, facilitar o dia-a-dia de professores e estudantes que têm no ambiente virtual uma espécie de arquivo de documentos, além de aproximar os alunos, que podem discutir idéias e opiniões sem que estejam no mesmo espaço físico e ao mesmo tempo.